Tecnologia a favor do controle adequado ao Diabetes

Exames mais modernos e recentes levantam a questão sobre o controle do diabetes. Isto porque é a falta de sintomas aparentes nesta doença a torna perigosa.

No Brasil o quadro de brasileiros com diabetes é alarmante, visto que atualmente temos uma estimativa de 14 milhões de brasileiros nestas condições. Dentre as principais dificuldades, destaca-se o controle dos níveis de açúcar no sangue. Outro grande vilão desta condição é a possiblidade de que metade dessas pessoas nunca recebeu o diagnóstico e segue sua rotina normalmente.

Iniciar um tratamento é importante, entretanto, saber da sua condição é fundamental. A falta de informação e suporte público para divulgação dos perigos e riscos do diabetes são outro agravante. Especialistas afirmam que pessoas acima do peso, hipertensos com mais de 40 anos. Deveriam verificar sua glicemia regularmente, caso exista um caso de diabetes na família é preciso redobrar os cuidados.

 

Como saber?

 Ao fazer um exame de sangue, após jejum de 8h e os resultados forem superiores a 100 miligramas por decilitro (mg/dl), já são preocupantes. Caso ultrapassem os 126 mg/dl, a pessoa já terá o diabetes praticamente confirmado. Mas mantenham as esperanças, ainda é preciso realizar alguns testes de tolerância a glicose, para poder ter parâmetros encontrados por outros métodos. Portanto, após essas questões, identificando o diabetes, o médico inicia a prescrição de medicamentos e possíveis orientações para mudar o estilo de vida, sempre tendo como objetivo manter a glicose na zona ideal. Pois o açúcar em nosso sangue é flutuante, portanto, é preciso acompanhar e corrigir as alterações vigiando de perto esse sobe e desce. O glicosímetro, um aparelhinho portátil, é capaz de fazer a análise desse material em questão de minutos.

A partir do momento em que ela é detectada, o médico prescreve remédios e propõe mudanças no estilo de vida – tudo com o objetivo de manter a glicose na meta. Para acompanhar e corrigir desvios de rota, é importante vigiar de perto o sobe e desce do açúcar. Isso geralmente é realizado por meio de um furo na ponta do dedo e uma gota de sangue. O glicosímetro, um aparelhinho portátil, é capaz de fazer a análise desse material em questão de minutos.

 

Estudos mostram que mantem o controle de açúcar no sangue evita muitos transtornos comuns. Universidade de Sydney, na Austrália reuniu dados de 27 mil diabéticos e concluiu que a monitorização constante diminui em 20% o risco de danos aos rins e em 13% as lesões oculares, duas temidas repercussões da doença. Mais infelizmente não existe uma formula mágica. De forma resumida, quando o diabetes exige tratamento com insulina, seja o tipo I ou tipo II, a recomendação para avaliar os níveis de açúcar no sangue chegam até 7x num único dia. Antes e depois das principais refeições e até de madrugada.

 

Tempos modernos

 A tecnologia chegou para auxiliar e chega uma novidade que vem mudando a forma de acompanhar o diabetes. Se chama Free-Style Libre, da Abbott, inovou essa categoria de sistema para monitoramento contínuo. Com uma ótima noticia, chega de furos! Sim com esse sistema não faz-se necessário aquele fura-fura incomodo, o diabético gruda um sensor do tamanho de uma moeda de 1 real na parte traseira do braço, que fica ali por 14 dias seguidos.

Para saber qual a taxa naquele momento, basta aproximar um dispositivo junto ao sensor, que ele irá apontar o saldo na tela. Comercializado aproximadamente a um ano no Brasil, o equipamento ainda indica a tendência de queda ou alta do açúcar das próximas horas, evitando a hiper e hipoglicemia futura. Estudors informam que já foram analisados aproximadamente, 50mil usuários revelando uum acréscimo de quase 5horas consecutivas no tempo de estabilidade dentro da faixa ideal de glicemia.

Estes são ótimos indicadores, visto que analisar fielmente a variação glicêmica, especialmente do tipo I e tipo II, é o sonho de todo profissional da saúde. Principalmente porque as subidas e decidas não apresentam sintomas. Isso porque a hipoglicemia pode gerar em desmaios, coma e até morte súbita. A hiperglicemia, por sua vez, lesa os vasos sanguíneos, propiciando, com o tempo, cegueira, falência dos rins, infarto e AVC.

A escalada do açúcar no sangue

Fique seguro e se mantenha no intervalo de glicemia

Hipoglicemia

Abaixo de 70 mg/dl. Desmaio, náusea, fraqueza, coma e morte súbita.

Faixa normal

Entre 70 e 140 mg/dl.

Hiperglicemia

Acima de 140 mg/dl. Doenças cardíacas, renais, oculares e neurológicas.

Medidas extras

Outras avaliações são essenciais para se adiantar às complicações

Perfil lipídico

É comum que diabéticos tenham colesterol alto, o que eleva o risco de panes cardiovasculares.

Função renal e hepática

O aumento de certas partículas sinaliza que algo não vai bem no fígado ou nos rins. É pra ficar atento!

Fundo de olho

Tem o objetivo de ver se está tudo bem na retina e antecipar danos à visão, como a retinopatia.

Avaliação neurológica

Realizada por meio de questionários no consultório, observa se o sistema nervoso não foi afetado.

Exame dos pés

Esquadrinha a pele para ver frieiras e feridas, que infeccionam e podem até exigir amputação.

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