Contraindicações Para o Uso da Bandagem Elástica

Não existem contraindicações para o uso da bandagem elástica em relação a idade ou ao sexo do paciente. Sendo aplicada de forma adequada, por profissionais capacitados, não há restrições aos beneficiários da técnica.

Por ser uma técnica de tratamento em que o recurso é colado diretamente na pele, em algumas pessoas que possuem tecidos dérmicos frágeis, em fase de cicatrização ou com alergia cutânea a aplicação não é recomendada.

Seguindo essa linha de pensamento, as bandagens elásticas também não podem ser aplicadas sobre celulites ou áreas que possuam infecções ativas graves, tanto profundas quanto superficiais.

Alguns outros casos em que as bandagens elásticas podem ser contraindicadas são: tromboses, ferimentos cutâneos, região abdominal de gestantes, rupturas de tendões, ligamentares e musculares, fraturas, edemas de causas não conhecidas e pacientes com alterações no retorno venoso.

Cuidados Especiais que Devem Ser Tomados ao Utilizar a Técnica da Bandagem Elástica

A explicação sobre os objetivos e o funcionamento do tratamento com bandagens elásticas deve bem clara aos pacientes. Eles devem entender sua função, seus efeitos sobre a pele e o que devem fazer para contribuir para sua durabilidade.

É orientado ao paciente que durante o banho não esfregue muito a região em que a bandagem foi aplicada e se possível, utilize um secador de cabelos para secar a região. Além disso, é importante também orientar o paciente para que na presença de qualquer incômodo (coceira ou ardência, por exemplo) ele retire a bandagem imediatamente.

Esse processo deve ser realizado de forma lenta, utilizando o auxilio de álcool ou algum tipo de óleo corporal.

Outro cuidado a ser tomado é durante a aplicação das bandagens para casos de correção articular. Para esses pacientes, o ideal é ir realizando as correções gradativamente e não esperar por resultados na primeira aplicação.

Certamente, a alteração é resultante de um longo período de modificações e readaptações corporais. Por isso, o mais adequado é ir progredindo com pequenas amplitudes e angulações. A cada sessão, se aumenta um pouco o tensionamento e se progride na correção, até restaurar o padrão esperado.

O uso da técnica em excesso pode gerar um aumento da estimulação, em que várias áreas do corpo estão recebendo informações e a resposta não acontece de forma adequada. O ideal é que as bandagens elásticas sejam aplicadas em uma região do corpo por vez, focando no tratamento especifico da região escolhida.

Conclusão

Como dito anteriormente, diferente das faixas de resistência elástica, as bandagens não apresentam diferença no tensionamento quando comparadas as cores. Entretanto, algumas teorias acreditam que as diferentes cores podem influenciar diretamente nos benefícios da bandagem por associação da técnica da terapia das cores.

Essa técnica acredita que cada cor emite uma vibração própria, possuindo assim propriedades terapêuticas particulares. Essas vibrações podem influenciar física ou emocionalmente o indivíduo. Em consequência, determinadas cores de bandagens podem ser escolhidas em alguns casos, favorecendo a obtenção dos resultados em função da cromoterapia.

O vermelho é uma cor relacionada com a motivação e a persistência da força física. Já o verde pode melhorar o raciocínio e promover o relaxamento físico. O azul também promove o relaxamento e inspira confiança. O Violeta auxilia no equilíbrio hormonal. A cor amarela, conhecida por sua alegria, auxilia nas escolhas e ativa o sistema linfático. O laranja é fonte de coragem e favorece o sistema circulatório.

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